A intensidade
É dentário ou existe envolvimento esquelético?

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Você inicia o tratamento com uma mecânica. O resultado não acontece como esperava. Então acrescenta um elástico, muda o dispositivo, troca a estratégia e espera mais alguns meses.
Até começar a dúvida:
“O problema está no aparelho, na técnica ou no paciente?”
Muitas vezes, a dificuldade começou antes. A Classe II e a Classe III mostram como o paciente está, mas não dizem, sozinhas, onde está a origem do problema.
Ela pode estar na maxila, na mandíbula, nos dentes ou em uma combinação dessas estruturas. E cada origem pode exigir um caminho completamente diferente.
É dentário ou existe envolvimento esquelético?
O problema está na maxila, na mandíbula ou em ambos?
Qual é o padrão facial, componente vertical, idade e potencial de crescimento?
Já existem compensações? Até onde é possível movimentar?
Corrigir, compensar ou preparar para cirurgia?
Conhecer várias opções é importante. Saber qual usar naquele paciente é o que muda o tratamento.
Uma imersão online e ao vivo para transformar diagnóstico em planejamento.

Identifique se o problema é dentário ou esquelético e onde ele realmente está.

Entenda o que muda entre criança e adulto e quando o crescimento ainda pode fazer parte da solução.

Saiba quando diferentes recursos fazem sentido e quais efeitos você precisa prever.

Classe II ou III associada a mordida profunda, mordida aberta, assimetrias, unilateralidade e desvios de linha média.

Tenha critérios mais claros para escolher entre caminhos que podem mudar completamente o caso.

Planeje desde o início sabendo o que precisa corrigir, até onde é possível chegar e quando o tratamento está pronto para terminar.
O resultado de uma decisão inadequada pode ser mais do que prolongar o tratamento: mais tentativas, efeitos colaterais, reabsorções e até o comprometimento facial.
O Prof. Hélio já planejou casos onde uma pequena distalização teria evitado exodontias.
Também já viu pacientes com um problema no arco superior sendo tratados equivocadamente com elásticos.
Pacientes Classe III tratados com compensação dentária, culminando em muitas reabsorções, sendo que deveriam ser tratados com cirurgia.
Simplificar não é fazer menos.
É fazer aquilo que o caso realmente precisa.
Está iniciando ou já faz ortodontia, mas ainda sente dúvidas e insegurança nos seus planejamentos.
Sabe reconhecer a má oclusão, mas não tem certeza da mecânica a ser escolhida.
Atende crianças e adultos e quer decidir o melhor tratamento, o momento certo para começar e os limites, para não provocar iatrogenias.
Aprendeu diversos dispositivos para tratar a Classe II e III, mas ainda tem dúvidas de qual é o melhor para cada caso.
Tem dificuldade nos casos mais complexos, com assimetrias e envolvimento esquelético.
É responsável e quer finalizar seus casos com previsibilidade, cumprindo o prazo prometido.
Online e ao vivo.

Uma aula dedicada à análise de casos clínicos reais, não apenas Classe II e III. Acompanhe como o Prof. Hélio observa o caso, identifica o problema principal, define objetivos, avalia possibilidades e transforma diagnóstico em planejamento.

Um material de consulta para levar o raciocínio aprendido para seus próprios planejamentos.
Diagnóstico, planejamento e mecânica conectados pela decisão certa para cada caso.
Ingresso • Lote 01Valor total
R$ 297
Lote 01
R$ 47
Compra processada com segurança pela Hotmart.

Ortodontista e professor com mais de 30 anos de experiência clínica em diagnóstico, planejamento e tratamento ortodôntico.
Ao longo da prática clínica e do acompanhamento de outros ortodontistas, consolidou um princípio que orienta seus tratamentos: primeiro descubra exatamente onde está o problema. Depois escolha a mecânica mais objetiva e assertiva para corrigi-lo.
Mais importante do que conhecer elásticos, cursores, distalizadores, propulsores, mini-implantes ou extrações é saber qual dessas opções utilizar em cada paciente.